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6.4.10

El dinero del narcotráfico salvó a la banca

(traductor gallego-español)

"O dinheiro do NARCO-TRÁFICO salva aos BANCOS durante a crise

ALFREDO JALIFE-RAHME

Uns 352 mil milhons de dólares foram lavados no sistema financeiro na crise global, afirma um servidor público da ONU

Antecedentes: Segundo Debka (ver Baixo a Lupa: 6.12.09), a banca global assentada em Dubai (esmagadormente anglosaxoa e europeia consagra-se com ledícia ao branqueio dos capitais da o-Qaeda (que se supom é umha entidade terrorista islâmica combatida de maneira militar pola dupla anglosaxoa e a OTAN). Também nom constitui novidade algumha a actividade branqueadora de Citigroup (BBC; 9.11.99), HSBC e Santander, entre outros gigantes (The Independent; 5.9.04).

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Feitos:

Rajeev Syal, de The Observer/The Guardian (13.12.09) refere que o italiano António Maria Costa, manda mais do Escritório de Estupefacientes e Crime da ONU (UNODC, por suas siglas em inglês), revelou que 352 mil milhons de dólares de procedência criminosa foram efectivamente lavados por instituiçons financeiras, o que permitiu ?manter a flutue o sistema financeiro no paralogismo da crise global.

A qual dos cárteis de estupefacientes em boga outorgará-se-lhe o próximo Prémio Nobel de Economia para agradecer sua filantrópica eficiência fiscal global?.Maria Costa afirmou possuir a evidência de que o crime organizado foi a única fonte de investimento líquido de capital exequível para alguns bancos à beira do colapso no ano passado, quando a maior parte dos ganhos do narcotráfico que ascende a 352 mil milhons de dólares ao ano foi absorvida polo sistema económico.

Por que Maria Costa deprecia e despreza tanto os ganhos do narcotráfico global quando Time (11.11.07) assevera que aumentárom fai três anos a mais de 2 milhons de milhons (trilhones em anglo-saxom) de dólares.

A julgamento de Syal as explosivas declaraçons de António Maria Costa aumentou a influência do crime no sistema económico durante as crises. Somente durante as crises. A pouco cessa a sua influência dantes e após estas. Abandonam seu branqueio os bancos sem crises. O branqueio representa o maior negócio bancário como nos ensinou a banca anglo-saxoa desde o século XIX em suas duas guerras do ópio contra China (ver Afeganistám: a terceira guerra anglo-saxoa do ópio; Radar Geopolítico; Contralínea; 20.11.09)

As revelaçons do czar global dos estupefacientes da ONU a um jornal britânico, muito próximo a Gordon Brown, advienem quando a insolência e a insolvência dos banqueiros tem sobardado os limites da tolerância às duas beiras do Atlântico e cujos resgates polos contribuintes somente serviram para perpetuar seu vício incurável à especulaçom, desafiando a seus redentores: a massa amorfa de cidadás à beira da insurreiçom (ver Baixo a Lupa; 13.12.09)..

As pressons políticas aos dous lados do Atlântico exigem maior fiscalizaçom e regulaçom dos parasitários banqueiros, acovilhados polo crime organizado e as instituiçons judiciais, quem gozam de patente de corso para atentar contra a civilizaçom, a liberdades básicas e as instituiçons democráticas ao ter-se convertido tiránicamente nos homens mais poderosos do planeta e nos supremos inimigos do género humano.

António Maria Costa alega que se inteirou da dimensom da lavagem bancária ao ser alertado polos serviços de espionagem e as procuradoria: na segunda metade de 2008 a liquidez do sistema bancário foi o maior problema, polo que o capital líquido se converteu num factor relevante quando o dinheiro dos gangsters foi usado para salvar a alguns bancos do colapso.

Quem serám mais gangsterís: os banqueiros ou os vendedores de estupefacientes?

Syal solta que ?entende-se que a evidência de que o dinheiro do narco-tráfico fluiu aos bancos proviu de servidores públicos de Gram-Bretanha, Suiça, Itália e EU. António Maria Costa obstina-se em nom revelar a identidade (como se nom se soubesse) dos bancos que se outorgavam empréstimos mútuos financiados por fundos fundados por dinheiro originado do narco-tráfico e outras actividades ilegais. Existem sinais de que alguns bancos foram resgatados dessa forma

Quais serám as outras actividades ilegais às que o italiano alude?.Se nom é às contas criminosas dos banqueiros, a onde vai parar o monumental dinheiro da trata de brancas, amarelas, negras e morenas, bem como do terrorismo em todas suas vertentes.

Desprende-se que numha pulcra democracia sem opacidades todas as contas bancárias sem excepçom devem ser motivo da fiscalizaçom cidadá, já que, polo visto, o segredo bancário tam socorrido é umha incitaçom à escalada do crime que deteriora a harmonia da sociedade. O czar global dos estupefacientes adopta umha postura muito cómoda ao fustigar os pecados do crime organizado e ocultar a identidade dos pecadores.

Segundo Syal, os gangsters tenhem tradicionalmente conservado seus rendimentos em efectivo ou nos paraísos fiscais para ocultá-los às autoridades. Nom seria higienicamente salubre, entom, abolir os paraísos fiscais (off-shore) e as suas contas invisíveis (off-balanço sheet), na sua maioria pertencentes à banca anglo-saxoa e ao G-7 Nom som talvez os paraísos fiscais e as suas contasss invisíveis as características consustanciais do neoliberalismo global Nom será que o principal nutriente do neoliberalismo global seja o branqueio de dinheiro dos gangsters, que inclui a criminalidade bancária Nom é o neoliberalismo global um modelo criminoso por antonomasia" (Canto o merlo, 04/04/2010)

24.4.09

El tamaño del mercado de la economía ilegal

"Algunos países han medido de forma experimental el tamaño de su economía ilegal. Las cifras oscilan entre el 2,2% de Ucrania y el 0,17% de Suecia. Son datos alejados de algunas economías del Tercer Mundo dominadas por los malhechores: en Afganistán el tráfico de heroína supone el 53% de su PIB y en Guinea-Bissau el narcotráfico aporta más al país que todo su PIB legal, según la ONU. (...)

En Holanda, que regula la prostitución como una actividad mercantil más, los estadistas lo tienen mucho más sencillo: su valor añadido es el 0,07% del PIB. (...)

Para medir el negocio del narcotráfico, la cifra clave es un gran enigma: ¿qué cantidad de droga circula y se consume por el país? Se incauta el 10% o el 50% del total, según el mayor o menor optimismo de las fuentes consultadas, que no se ponen de acuerdo sobre el grado de eficacia de la policía. (...)

La crisis financiera está ofreciendo una gran oportunidad a los narcos para lavar su dinero, según la Oficina contra las Drogas y el Delito de la ONU. Lo ha avisado en reiteradas ocasiones su director ejecutivo, Antonio María Costa, y en enero declaró al semanario austriaco Profil: "Cuento con indicios, después de consultar con fiscales y responsables de fuerzas de seguridad estatales por todo el mundo, de que algunos bancos han recurrido al dinero del narcotráfico para evitar la quiebra". Pero Costa se negó a dar nombres pretextando que eso era el deber de las autoridades nacionales." (El País, ed. Galicia, 20/04/2009, p. 28/9)